o olhar de uma criança
tão muito o pouco que
tinha, da espada cravada
ao término silêncio de
uma palavra, a ausência é o medo, a sincera magnólia, entristece o vento
sempre que uma árvore
chora,
sempre que a luz é o
pensamento
e onde morava, já não
mora
se tinha a noite, hoje
apenas o distingue a alvorada
e do muito o pouco que
tinha, hoje tem uma espada cravada,
e hoje caminha sobre as
pedras, depois se o muito for pouco, hoje é a última ceia do silenciar de um
pássaro, a árvore morre
e o tão pouco, se um dia
acordar o muito, tanto faz
sabendo que cada pedrinha
de uma calçada, é o pouco que é muito
e o olhar de uma criança
é a alegria do mundo.

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