uma mão que chora no meu rosto, não sei a quem pertence, esta mão e o meu rosto, mas sinto as suas lágrima quando alguém com uma faca, corta em pedaços, o pão
e esta mão que chora, que
quebra a melancolia, que vive atormentada com a aurora boreal do silêncio de
uma árvore,
tão pouco é o tempo, e
tão longe está o amanhecer…
e a alegria desta mão
Sem comentários:
Enviar um comentário