já quase não me tocas, quase que não são noites
as minhas noites, sem
sentido, tudo
até as palavras que
escrevo, até a lua que olho na madrugada
quase espada, cravada,
no meu peito, quase que
não sinto o rio dos teus seios,
quase que que me
alimento, não me alimentando do teu corpo,
quase que morro,
aos poucos, de tristeza
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