O fogo silêncio do poema que voa sobre o teu corpo quase transparente como a solidão,
O livro delírio de ter-te na minha mão que escreve no teu seio ao acordar, a palavra amar,
Se o te amar, é o mar
Do teu doce olhar.
O fogo silêncio do poema, quando a tua mão está quase cheia de luz, e um soldado finge que morre, a manhã é uma pedra lançada contra o vento,
Os teus lábios são os meus sonhos,
Que te desejam nas pálpebras de uma fotografia.
E sinto o teu corpo em fogo depois de um desejo quase sonho, não te tocar, mas eu sei que o rio é um círculo de silêncio, na tua boca quando o livro de um pássaro, é o sorriso da chuva que quase ninguém sabe o nome,
Que o fogo silêncio do poema, semeia no teu sexo, também ele, em fogo silêncio... Do poema.
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