a tua boca, que procuro por entre este amontoado de livros, e que tanta coisa encontro, não tenho a tua boca que no meio de todos estes livros
brinca com os meu poemas.
à tua boca, se eu esta noite a encontrar, vou desenhar beijos, vou escrever palavras,
vou dizer aos teus lábios que quase o sol brilha em cada manhã acordada,
que quero a tua boca,
quando a encontrar…
na minha madrugada.
a tua boca, que procuro por este amontoado de livros, e que depois do sono, que depois
do silêncio,
que depois da tempestade,
nasce o sol e cada janela do teu olhar
é uma planície de girassóis à procura do mar, como eu procuro
a tua boca, neste amontoado de livros.
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