que o rio traga a noite e toco na tua mão quase luz, mas a noite é uma pedra na estrada depois das lágrimas,
e o soldado que fode ou vai nascer nas pálpebras do sol, corre como um pássaro se o houvesse depois da chuva,
também ausente também uma fotografia no espelho da tua mão, quase flor.
quase solidão,
do solstício na primeira palavra para o teu cabelo, se uma voz rouca acordar da tarde, não
depois de uma espingarda disparar a ausência contra a madrugada,
se de um olhar, o rio traga a noite e te tocar na mão quase luz, quase
o dia criança na boca do sol.
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