o teu corpo é uma delícia estrelar, é um círculo quase mel nos olhos da chuva,
o teu corpo é o mar, o teu corpo é um disfarçado malmequer pincelado de luz, vestido de luar.
o teu corpo é o poema escrito no amanhecer, é a palavra de sofrer,
o teu corpo é o dia em seu crescer,
em seu dia de não o ser.
o teu corpo é viver, é triste o papel onde escrevo,
o teu corpo é um abraço quase de luz, quase que o dia sente o teu corpo a arder, do teu corpo delícia estrelar,
se o teu corpo o querer, se o teu corpo for o mar...
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