Foi este pequeno livro que escrevo e sinto, que a lua não é uma mentira, mas apenas uma janela para o dia,
disperso o meu destino é uma pedra sendo que o teu corpo nu é o poema vestido de luz.
Foi este pequeno livro que senti no inferno chão da rua poesia que eu serei também um papagaio voando sobre a paixão, do mundo abraço, a lua lágrima que a sonolência deixou sobre a secretária,
me perco no labirinto desejo preso com o olhar da chuva...
É uma fisga de luz para o sótão, mas a casa não tem paciência para o meu corpo,
e eu toco no inferno e eu quase manhã quase janela quase,
primavera nos teus olhos.
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