Aqui. Fogo sábado enquanto há vida na lareira da última noite do deserto,
aqui.
Sentado, a pedra cinzenta depois da despedida
antes, aqui
o inferno musseque,
aqui,
distante do capim assombrado, ausente
aqui morre o poeta…
Aqui, sábado o fogo, a janela de acesso ao poço, a janela
aqui também, ela, adormecendo nas lágrimas de uma fogueira,
aqui.
Aqui quase carne putrefacta, tão fértil das algibeiras casteadas sob o orifício do silêncio,
aqui.
Aqui, que será o fim.
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