Também outra pessoa outra coisa uma outra pessoa outra janela outro dia outra janela outro dia também
E quase a correr para o sótão e
Também ausente destes arautos comestíveis, o quase mendigo
Terá de ser lua quando o livro é uma mentira também como tudo mentiras,
Também ausentes, os pássaros do Douro que desenham no silêncio da chuva o cheiro do sol poema.
Também ela louca e que morrerá dentro do castelo assustado na mão do comboio um apito para o meu olhar,
Segue-se ao teu corpo nu uma cidade escondida na escuridão da noite prometida, para o
Sótão, mas a casa não tem paciência também ausente pedra na boca do inferno...
Estou aqui, meu amor que não é uma lâmpada destinada ao verde dos plátanos de onde oiço o último poema do ano.
Encarnado. Ser o soldado quase solidão cidade portuária rompendo o porão da chuva, ser humano e quase também uma fotografia na sanzala da manhã quase janela para o teu cabelo,
Encarnado, o mar pertinho do meu coração quase também uma carta de despedida.
Além-mar que embriaga a lua tua voz quase o dia...
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