A luz que o esconde, da noite que o alimenta
Se ele o sabe, ninguém
o saberá
Se poderá comer palavras,
legumes ou até percebes
Só a Deus caberá, só a
deus…
E se o adeus de Deus,
for apenas o silêncio de uma estrela
Se o Deus em adeus, é
uma migalha de terra
Na palma da mão. Só a
luz que o esconde
Saberá se ele é ou não
é filho da noite que o alimenta,
E se senta sem o saber,
sobre a mesa, sobre a secretária
A luz que o esconde, da
noite que o alimenta
Não é gente, não é o
negro, é apenas a madrugada
Pincelada de saudade…
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