À janela, a abelha saboreia o doce mel dos teus lábios
a noite desce sobre o teu corpo, toca a tua pele
do primeiro orgasmo estrelar, a túlipa saberá que da tua mão,
um dia qualquer,
me tocará sentindo o vento,
que apenas o vento o saberá…
À janela, a doce abelha dos teus lábios, desenhando nos teus olhos de mar
o silêncio amar, quando a chuva é uma lágrima
na lua sem luar.
À janela do meu mar, a doce abelha te olha, quase
dia desde o último Adeus, vai ao rio, e tira do rio
cada palavra que escrevo, sentido o ferio
do medo.
À janela do meu olhar, uma abelha poisa no poema
que acabo de escrever.
Sem comentários:
Enviar um comentário