26 janeiro 2025

À janela, a abelha saboreia o doce mel dos teus lábios

À janela, a abelha saboreia o doce mel dos teus lábios

a noite desce sobre o teu corpo, toca a tua pele

do primeiro orgasmo estrelar, a túlipa saberá que da tua mão,

um dia qualquer,

me tocará sentindo o vento,

que apenas o vento o saberá…


À janela, a doce abelha dos teus lábios, desenhando nos teus olhos de mar

o silêncio amar, quando a chuva é uma lágrima

na lua sem luar.


À janela do meu mar, a doce abelha te olha, quase

dia desde o último Adeus, vai ao rio, e tira do rio

cada palavra que escrevo, sentido o ferio

do medo.


À janela do meu olhar, uma abelha poisa no poema

que acabo de escrever.


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