Dai-me o meu destino no chão terra da chuva
Do verbo ser lua quando o livro é uma magnólia que eu tenho e que eu leio na escuridão do sol.
Escrevo-te meu amor e não precisava de o fazer versos que eu te faço quando te posso tocar
Acariciar o teu corpo nu no nu meu,
Que eu te faço versos, e toco-te o teu seio
Como se eu aquecesse as árvores nas palavras do poema, toco a tua mão lua,
Eu toco, eu beijo.
Tu nua.
dai-me a luz do desconhecido vento quase dia outra vez o dia, outra vez a noite,
O teu corpo nu amo-te no meu peito de ti. Aqui
A água vida que é quase amar quase nada, que é solidão também, não
A tua voz no meu ombro que beijo e oiço
- Amo-te
Também outra mão da tua mão, a minha mão.
A tua mão na minha mão uma mão só, no meu sexo dois sexos o meu no teu,
Depois
Um finíssimo fio de silêncio nos teus lábios...
Apenas oiço o teu respirar!
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