14 dezembro 2024

Toco a tua mão lua, Eu toco, eu beijo

Dai-me o meu destino no chão terra da chuva 

Do verbo ser lua quando o livro é uma magnólia que eu tenho e que eu leio na escuridão do sol. 

Escrevo-te meu amor e não precisava de o fazer versos que eu te faço quando te posso tocar 

Acariciar o teu corpo nu no nu meu, 

Que eu te faço versos, e toco-te o teu seio 

Como se eu aquecesse as árvores nas palavras do poema, toco a tua mão lua, 

Eu toco, eu beijo. 


Tu nua. 

dai-me a luz do desconhecido vento quase dia outra vez o dia, outra vez a noite, 

O teu corpo nu amo-te no meu peito de ti. Aqui 

A água vida que é quase amar quase nada, que é solidão também, não 

A tua voz no meu ombro que beijo e oiço 

- Amo-te 

Também outra mão da tua mão, a minha mão. 

A tua mão na minha mão uma mão só, no meu sexo dois sexos o meu no teu, 

Depois 

Um finíssimo fio de silêncio nos teus lábios... 


Apenas oiço o teu respirar!


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