Morre-me o dia quase que desfeito em lágrimas de sol, começa a lareira o seu círculo nocturno de uma outra terra, de um outro planeta,
morre-me este dia, após o silêncio das palavras
começarem a acreditar nas folhas angulares de um pequeno abraço no escuro.
Morrer-me o dia e eu pouco ou nada fiz. Juntamente com a lareira, a noite, despede-se de um outro dia
e recomeça numa outra razão.
Não sei o que faça, se apenas aqui, a olhar a lareira, ou se voe sobre os plátanos dos teus olhos, que quase são estrelas de inverno no desejo das tardes de verão…
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