O fogo não pertence ao verde dos plátanos que uma pequena pétala de luz quase noite quase vida deixa sobre o rio,
do amar e do ser lua quando o livro é um abraço na despedida de uma cidade.
O fogo está quase água e o soldado menino não tem mais lágrimas para semear no chão terra da casa.
O fogo é uma mentira também como tudo, mentiras e desilusões de um poema absorvido por deus enquanto a noite é uma lâmpada de sono quase cadáver.
O fogo que o mundo em construção da manhã não está a correr para o sótão, que eu serei também ausente destes dias, destino de uma sílaba amor e que morrerá dentro do sítio invisível do milagre.
O fogo não pertence ao verde dos plátanos, e nunca saberei o seu nome...
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