28 dezembro 2024

As lágrimas, tuas coxas princesa!

É uma mentira também como o mármore é uma lâmpada de luz para o meu olhar, tocar na tua mão quase milímetros quase que uma árvore no inferno chão da chuva,

É uma mentira também como a tua voz quase tão cristalina como o sol poema que seduz o sombreado silêncio da minha sombra.

Mentiras e desilusões com olhos de mar que embriagam o meu destino, mas o fogo silêncio do teu sorriso é uma mentira também como a luz do sol,

Como tanta gente ausente que não é uma pedra sendo o meu corpo quase palavra quase também uma fotografia no espelho da chuva...

É uma mentira também como o mármore é uma lâmpada de luz para o meu olhar, mas um abraço apertado no teu nome é o poema que voa sobre o rio que corre para o meu corpo,

E sou uma mentira também como o teu corpo nu uma cidade portuária rompendo o porão do meu coração...

As lágrimas, tuas coxas princesa!


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