22 dezembro 2024

O pincelar de um beijo na maré da tua boca!

A água terra da saudade quando o fogo silêncio da chuva pertencer ao verde dos plátanos, oiço 

A vaginal sepultura de espuma do rio quase noite quase vida... 

Entre as nuvens lágrimas do vento. 


Da água terra a infeliz manhã quase janela para o mar depois da solidão mergulhada em deus, gotinhas de paixão no inferno chão que a lua deixa sobre a secretária. 

Escrevo sentindo o curvilíneo desenho desejar-te na cama tua voz quase o vermelho da chuva que o rio leva nos lábios... 


A água terra da saudade quando o fogo silêncio da chuva é uma lágrima de luz com sabor a desejo, 


O pincelar de um beijo na maré da tua boca!



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