A água terra da saudade quando o fogo silêncio da chuva pertencer ao verde dos plátanos, oiço
A vaginal sepultura de espuma do rio quase noite quase vida...
Entre as nuvens lágrimas do vento.
Da água terra a infeliz manhã quase janela para o mar depois da solidão mergulhada em deus, gotinhas de paixão no inferno chão que a lua deixa sobre a secretária.
Escrevo sentindo o curvilíneo desenho desejar-te na cama tua voz quase o vermelho da chuva que o rio leva nos lábios...
A água terra da saudade quando o fogo silêncio da chuva é uma lágrima de luz com sabor a desejo,
O pincelar de um beijo na maré da tua boca!
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