Tudo arde nos lábios de uma princesa,
tudo é noite, quando a noite,
Apenas é um esconderijo. Tudo arde
quando acorda a manhã,
E se o mar aqui estivesse,
A noite era uma sílaba de sono,
Ou um punhado de nada.
Tudo arde nesta cidade em ruína, oh
cânfora princesa,
Que seus lábios também ardem
E são a fogueira,
E sinto pertinho de mim,
Uma lágrima tão pequenina…
Tão pequenina que até tenho medo em lhe tocar.
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