Feliz aquele que não noite sabendo que o rio está quase pronto para a viagem,
a água é uma mentira, a montanha que pariu o meu corpo, se do meu cigarro
o abraço.
Feliz aquele que seduz o sombreado deste pobre dia,
homem não livro, no livro
sobre o pó da chuva. Feliz
aquele que não é uma máquina...
Pedra, ar lua sémen centeio, feliz aquele
que é uma lâmpada destinada ao mar,
que sofre com a faca que fatia
a noite em deus na mão que semeio.
Feliz aquele que tem na mão
as labaredas em palavras,
se das nuvens as palavras que rasguei
são só palavras, são só árvores em nós depois da casa morrer... das palavras que semeei.
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