A terra absorve o abraço apertado do pecado, sol
solidão sol em poema, a poeira cósmica
dança
dizendo que o teu cabelo é sinónimo de luz,
dizendo,
noite tranquila a paixão do mundo, abraço
te e
feliz aquele que seduz o sombreado mar.
Corres sobre as lágrimas que a lua sémen deixou sobre a seara deste pobre homem não sombra, diria
o poeta que estas coisas do correr são,
outras coisas e outras pessoas e outras madrugadas.
E da terra a luz do seu centro mais secreto, a saia move-se entre dois traços e um abraço,
e a terra toda molhada na algibeira não sombra, também ela
uma outra coisa uma outra sombra, coisas sem nome.
A terra só neste infinito universo? Só
O homem do chapéu que um miúdo em Luanda
acreditava ser o chapelhudo, o salvador.
a terra toda molhada, não, não pertencer ao meu destino...
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