Amargas as mandíbulas da
paixão
na boca expressa da
serpente feiticeira
os olhos desmesuradamente
em direcção ao infinito
no silêncio da água
ribeira,
As palavras comem as
sombras do rodapé da algibeira
quando os sonhos brincam
na madrugada
da serpente feiticeira
sereia carícia dos lábios
da aldeia abandonada,
Amargas as mandíbulas da
paixão
entre flores e beijos em
cadências amanhecer
na boca o coração
em gemidos de prazer.
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