Muitas coisas, nas estrelas sem infância, que correm nas mãos da alvorada, silêncio
Me pede
Desculpa pelo incêndio dos meus dedos.
Feliz a mulher, que é amada.
Feliz o homem, que ama a mulher que é
amada, constelação simples, difusa no aspecto, distante, na imensidão; eu
corro, desta porta,
Procurando desenfreadamente, a morte.
Morrer é talvez o processo mais simples
da vida, e da felicidade.
(se eu morrer, muito feliz fico, deixo
de sofrer, e de fazer, sofrer)
No jardim da tempestade, muitas nuvens
de negro, poisadas nas mãos de deus, muitas coisas, nas estrelas
Quando somos alavancados pelo triste
dia, de estar vivo.
Os cigarros são pássaros que cantam no
meu peito, são janelas de sono, são galhos de pudor, e de tristeza, nos lábios
da casa abandonada.
A porcelana pura é a tua pele brancura, são
os teus dedos que procuram a geada na incandescente tarde; quase noite em mim.
Quase tarde, na minha morte.
Oh dia que não regressa a hora, levita
em si e capaz de algumas alegações, dentro deste tribunal de viver, e fingir, e
de nunca o ser,
Simplesmente, morrer.
Muitas coisas, pedaços de farrapo à
procura da fome, e de um nome,
Foge daqui o silêncio,
E muitas coisas, são apenas lágrimas.
Ouve-se o teu olhar.
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