O que somos, quando não somos
Aquilo que somos
Quando querem que sejamos
Ou quando somos menos aquilo que
queremos ser
E eles, querem que tu o sejas.
Não quero ser, aquilo que não possa ser
E se somos alguma coisa sem o saber
Que seja breve, o ser
E o saber
E o beber.
E já agora, que seja breve
O morrer.
O que somos, então?
Somos pedra,
Somos pão,
Somos migalhas…
Perdidas no chão.
O que somos, quando não somos
Aquilo que somos,
E confundem-te com uma borboleta com
bolinas encarnadas… nas asas.
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