Podias ser o vento,
E eu,
Um simples cata-vento.
E mesmo que continues a
ser
O vento,
Eu,
Eu mesmo,
Nunca serei um
cata-vento.
Não me importo,
Porque entre ser um
cata-vento
Ou outra coisa qualquer,
Prefiro ser,
Nada; digamos que nunca
serei nada.
Assim sendo,
Não sendo cata-vento,
Assim sendo,
Não sendo nada,
Sou apenas aquele que te
escreve…
Que escreve palavras ao
seu poema; tu.
(Francisco)
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