Das tuas mãos deixei de ouvir
O silêncio que afagava
O sorriso que perdi na
madrugada.
Nunca mais ouvi
E deixei se sentir
O teu caminhar na
calçada.
Das tuas mãos deixei de
ouvir
O sorriso que me
iluminava
Deixei de acreditar
No amanhecer
Que o teu corpo sentia,
mais parecendo o silêncio envergonhado
Sem mar nem veleiro para
navegar.
Das tuas mãos deixei de
ouvir
As palavras que tenho
medo de escrever;
Silêncio! E tenho medo de
prenunciar… abençoado
Seja o teu olhar
Nas palavras que dizes
baixinho para não me magoar!
(Francisco)
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