Eu calculei, que
A seara deve ser domada,
pelo vento
Eu calculei, que depois
de ir, eu vinha
À mangueira, de uma
laranjeira
E ouvir a voz da lareira,
em si
Escapei ao enxame,
escondi-me, na colmeia
Eu calculei, que
A alvorada, às vezes, é
envergonhada
Das páginas de um livro
Nas letras, de uma
lápide, quase nada
Eu calculei, que
A chuva em mim, se
sentava
Eu calculei
Eu calculei, que
A seara deve ser domada,
pelo vento
Eu calculei, que depois
de ir, eu vinha
12/08
20:33